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sexta-feira, 25 de maio de 2007

- o mundo é um barco

Deixe-me significar as coisas tolas.
O verde vasto, o instante.
Deixe-me levar ao longe,
Salvar comigo um semblante.

Réplicas do quão real é a irrealidade,
De se ser o que não se é.
Na exaltação de vozes
Pregando a utópica salvação sem fé.

Deixe-me calcar as marcas de singularidade
Que reflitam nas intenções.
Que a influência seja um prólogo de brevidade
E todos acordem faltando os botões

Porque nesta vida vale o redor sem paisagem,
Vale o mundo único, um rio sem margem.
E mesmo sem um cais, uma direção ou porto
Haverá quem ancore nesse mundo solo, e encontre conforto.

escrito em: Sexta-feira, 25 de Maio, 11h09

3 comentários:

  1. tamarionabarrosh@gmail25 de maio de 2007 17:27

    parabens gustavo
    eh isso mesmo1

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  2. Um barco mesmo. Ou a imaginação, para quem o preferir. Há tantas direções...

    Bonito texto.

    Estarei lhe adicionando para voltar com mais frequência.

    :*

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