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quarta-feira, 22 de agosto de 2007

- cesto

Do alento ao contentamento
Todos nós estamos vivos.
Cobertor de flores ao sofrimento
Abraço e beijo aos cativos.

Se não somos quem mais merece
Essas honras e caridades
Seja qualquer deus da prece
Ou quem te mantenha pela metade.

Se quiseres que lhe venha a ordem
Não se peçam para ser honesto.
Sou tão vítima quanto os que mordem,
Quanto o cárcere que molesta o verso.

Somos assim destes que podem
Que não podem com ninguém.
Sendo dois ou mais que fogem
Ainda sim, somos o porém.

escrito em: Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007, 11h35

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