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domingo, 16 de março de 2008

- ode à revolução

Correndo contra o tempo
Que não volta e nem me procura.
Espero encontrar a verdade
Que pra mim é a Cura.

Fardado a perder-me
Em meu próprio mundo.
Deposito em todos a minha esperança
Neste louco segundo.

O desejo de mostrar ao mundo
A verdade eminente.
Plantar um sorriso na boca do povo
Cheio de dentes.

Encoraja-los a lutar com fé.
Colocar todos os enfermos de pé.
Pintar nossas peles com tinta a mão.
E acabar com toda Discriminação.

Recolher as armas da destruição.
Unificar o povo como uma só nação.
Ser amigo de todos quebrando tabus.
Partilhar a água escassa do mundo azul.

Preserve o verde
E os animais em extinção.
Alerte o mundo
Sobre a poluição!

Pra que tanta religião?!
Deus é um só de misericórdia e paixão.
Guerra Santa! Destruição!
Para se tornarem mártires da ilusão.

Aids, Câncer, Enfisema pulmonar.
Drogas ilícitas, vendidas pra matar!
Pouco a pouco, o fim e a destruição.
Calam nossas vidas que agonizam pelo chão.

Tecnologia sem restrição,
Bomba nuclear em toda nação.
Querem me enganar dizendo ser proteção.
Mas sei que nossas vidas estão em suas mãos.

Desrespeito, vandalismo! Educação?
Agora não me calo, até começar a revolução.

escrito em: Mauá, 2005

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