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sábado, 5 de julho de 2008

- homens do cerne

- Ao que dedico esta labuta
Se não mais pelo meu reino?
Melhor do que ser filho de puta
Ou ser filho de carpinteiro!

- Que isso que me dizes?
É blasfemia à religião?!
- Olha, não me importa o que veio primeiro
Se sou livre ou uma predileção.

Eu desconheço, qualquer que seja,
O homem que não seja cão.
E dou-me luto para quem almeja
Ter o infinito ao alcance das mãos.

Da terra vens e voltarás,
Digno de pena ou não.
O que difere é o que se acredita,
Jazido no ataúde após a exumação.

Diga amém ao que conhece
Porque os vermes não se importarão
Com teu conhecimento amplo
Ou com a tua alienação.

4 comentários:

  1. Acabo de dizer amém ao que conheço!

    Olá Gustavo, como está?
    Voltei a escrever no livro virtual da internet.

    Este é o meu blog:
    www.efigievaga.blogspot.com

    De uma passada por lá.

    Quando você se econtrar com o Marcelo para tomar um café,
    me avise; eu gostaria de revê-los.

    Até mais rapaz,
    um abraço virtual...

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  2. - é, p*rra, ele voltou.

    sem mais;

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  3. opa, meu caro e respeitado Gustavo, como está?
    Esse seu último "post" tem um "q" cadavérico...

    meu, vamos combinar um café cara, para aliviar nossas neuroses..
    grande abraço!

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  4. Adorei ler isso.

    Esse eh meu estilo...

    -Muito bom.

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