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domingo, 30 de novembro de 2008

- brinde!

Um brinde a esta noite que se estende
Por de trás dos morros que já não se vê.
Um brinde a esta madrugada quente
Que, eu assisto, de terno, à minha mercê.

Um brinde ao verde crepuscular,
Ao orvalho, árvores e este chão barro molhado.
Um brinde, pois, eu beberei até o sol raiar
Ou cair embriagado pelo cansaço, enfado.

Um brinde à maré alta.
A esta maresia que pactua ondas.
Um brinde à vida que ainda me falta.
O convite que o mar me faz...
Confunde-se com o medo de minha vida pronta.

Um brinde ao nascer do sol
Que agora vence o luar.
Leva dos portos a luz do farol.
Mas ingenuamente traz consigo o despertar.

Um brinde! Um saudoso brinde!
Aos tempos que prometem se arranjar.
Às pessoas que vivem no requinte.
E aos simples, todos eles...
Como este champanhe barato, inspirador, que comprei no bar.

2 comentários:

  1. 23:00 em 30/11

    pelvini diz:
    PUTZ
    pelvini diz:
    o brito postou
    pelvini diz:
    SEIS escritos
    [rebeca] diz:
    AI
    [rebeca] diz:
    olhei esses dias e nada
    [rebeca] diz:
    vou lá ver
    pelvini diz:
    po**a, nem vou poder ler hoje
    [rebeca] diz:
    ei, olha a boca

    sem mais, volto pra ler com calma.

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  2. Brinde à vida, é bom estarmos vivos ... é bom termos inspiração ;)

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