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domingo, 17 de julho de 2011

- livingovers

... hence envision crossed my brains
while i'm not sure about my blood veins.
I take a look to these cutting nails and cigarettes
among the yolk leftovers of the other days.

Well, it seems that my pale tiles means enough
- compared to my lack of life.
Now, I'm feeling like cracking up
dazzling around to conceive all these crappy old stuffs.

People say that "life is not right, life is tough”
and, then, they are all cheating on my back: 
“I wish you good luck and hope”
but they don't know what I've been through - so fuck!

That's why I decided to be dead

and I'll do that without harm, without blood.
But, firstly, I will clean this mess of mine
and finish it with a lonely note:


"I did not have hope but a rope"


with love,

2 comentários:

  1. "O suicídio é a grande questão filosófica de nosso tempo, decidir se a vida merece ou não ser vivida é responder a uma pergunta fundamental da filosofia." Sim, a questão do suicídio é essencial na filosofia. Mas será que tudo não passaria de um fruto de um rebaixamento (ou, por outras vezes, exagero) feito pela sociedade dos nossos sentimentos? Sofrer de mais é depressão, sofrer de menos é felicidade, prazer de mais é luxúria, querer não fazer nada é preguiça...
    Talvez tudo seja uma questão de autocontrole. O problema de verdade pode ser quando não se há equilíbrio entre o que se sente e o que se pensa, quando tudo começa a se tratar por razão pura ou sentimento puro.
    Então, perguntar-se sobre viver ou não já leva uma ponta de autocontrole.
    Talvez também nada disso tenha sentido: a questão de viver ou não, do autocontrole, de todo esse raciocínio...
    Talvez o fato seja apenas a tentativa de alcançar equilíbrio.

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  2. sometimes you write things that steal my words, it was beautiful... every rhyme, every poem's gesture to be counted, you actually signed a letter. unfortunately I know how it's to receive such a painful letter.

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