- o que você procura?

domingo, 7 de agosto de 2011

- manifesto

Busco a compreensão do verbo, dos sentidos e dos sentimentos. E, por isso, me transformo a cada palavra, verso e estrofe; ao final, eu não sou mais o mesmo. Aliás, jamais fui; pois transcendo no instante o que sou para aquilo que serei. Portanto, nunca estou no agora porque sou sempre o eterno instante que serei. Estou em comunidade com meu âmago. Meu verdadeiro ser. Tudo que profiro resplandece. Existe. Tece. Mesmo as coisas que eu não consigo ver. É como se, naturalmente, eu me tornasse a mais bela poesia e ecoasse - como uma eterna unidade - pelo coração do mundo sem nem mesmo precisar descrever.